segunda-feira, 14 de abril de 2008

Às vezes olho para o lado e percebo que tive uma sorte do caraças com o cromo que me calhou na rifa. E fico feliz com isso, dá-me tranquilidade. Não estou muito habituado à dita, mas sabe-me bem e depois a verdade é que o acho lindo e continuo a espantar-me com a sua obsessão geneológica, ele sabe o nome verdadeiro de toda a gente, onde nasceu, de quem é filho e sabe todos os precedentes das coisas mais estranhas geneologicamente falando. Adoro o facto de ser quase de tão esquerda como eu mas de se recusar a admitir tal facto. Adoro dizer-me por exemplo, que se quero ir ver o Panteão Nacional devo também ir ver o Panteão do Braganças e de se chocar apesar de rir à gargalhadas, pelo facto de eu jogar à macaca nos ladrilhos de uma igreja onde por baixo estão as visceras dos Infantes de Palhavã...

4 comentários:

Anónimo disse...

O amor é assim. Tontinho, tontinho...

Beijinho para ti, Toninho. ;-)

intruso disse...

:)

(da importância das coisas)
[o amor é assim, pois é...]


abraço

Will disse...

O amor está em todas estas coisas... até nas pequeninas :)

Anónimo disse...

e eu a falar em sorte.... :)