terça-feira, 13 de maio de 2008

gosto de algumas bebedeiras e isso é uma conquista não do maio de 68, mas da minha psicanalista, que entretanto abandonei, sem um telefonema, uma carta, nada...

foi-me dificil libertar do jugo do Pecado sentido por me embebedar e gostar de o fazer.


julgo que a última grande bebedeira, no sábado e onde muito me diverti, foi das primeiras que quando acordei e pensar que raio de merda terei feito na noite anterior, não me senti mal com o facto de me vir à cabeça: camarões, vinho, cerveja, Povo das Caves (austríacos), amenjoas, pão, frágil, amigos que por acaso se encontram, conversas, risos, vodka, rua, o 1º mosteiro português do século XXI será no alentejo, gargalhadas, táxi, gatos agora não, casa...


foi mesmo das 1ª's vezes em que um chorrilho destes me vem à cabeça e não me incomoda porque a dor de cabeça facilmente curável já não controlo mesmo.


... tinha o cérebro parado. tive um suposto problema técnico que me deixou todo o dia sem net, telefone e tv... descobri na segunda... ficha desligada da tomada pelos meus apatetados animais que supostamente seriam gatos, mas que julgo serem um produto de laboratório para testes para o Matrix, o único que fazem exemplarmente é saltar. é pena não terem noção do espaço e saltarem para o abismo. não vi a ficha mas vi 3 filmes seguidos. até a ressaca foi boa...

1 comentário:

Anónimo disse...

:-) Os teus gatos sabiam que precisavas dessa pausa.

Nunca apanhei uma bebedeira jeitosa; o mais longe que fui foi confundir a saída do restaurante com a cozinha :-)