tenho afirmado para mim e para os outros que não quero ser pai. algumas vezes amigos e amigas tentam convencer-me que só o facto de à partida eu puder ser um bom pai (experiencia de babysitting diários durante 4 anos e meio ao mesmo um puto) é motivo para eu procriar ou criar um já procriado.
hoje tive um pesadelo, estava eu na casa dos meus avós no campo que já não existe mas que era onde juntávamos toda a família, com o meu filho que teria uns 4 ou 5 anos quando rebentou a guerra e nem queiram saber o que eu passei para o petiz não morrer. o sacana do puto só queria continuar a brincar e eu lavado em lágrimas agarrava-o, beijava-o e tentava salvá-lo da chuva de bombas que caí-a à nossa volta... este já é o segundo pesadelo que tenho com o filho que não tenho.
acordei em pânico e dei graças a mim por ter optado por dois gatos!
domingo, 26 de outubro de 2008
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